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quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Anhanguera


© Animais Pré-históricos

Anhanguera é um género de pterosauro que viveu no período Cretáceo, nos atuais países Brasil e Inglaterra. Os seus fósseis, descobertos na Formação de Santana, localizada na Chapada do Araripe, Brasil, revelam semelhanças com o género Ornithocheirus. Anhanguera foi uma criatura comedora de peixe com uma envergadura de até 5 m. Tinha uma crista pequena voltada na parte da frente do seu maxilar superior. A criatura tem como nome o nome da cidade brasileira de Anhanguera. O Anhanguera media cerca de 4 a 5 metros de envergadura de asas, para uma altura de cerca de 1,5 metros no solo, sendo um dos maiores pterossauros de sua época. Os seus dentes afiados sugerem que se alimentava de peixes nas costas brasileiras e faria uma migração anual para se acasalar na região da atual Inglaterra.

Concepção dos ossos do Anhanguera
© Kellner

O Anhanguera teve a área de asa de um aeroplano pequeno, contudo por causa de seus ossos ocos, seu corpo pesava menos que a de um humano provavelmente. Suas asas foram feitas de pele estirada entre um dedo comprido enorme, e seu tornozelo. Correntes de ar ascendentes foram usadas para que o Anhanguera pudesse voar (planar) por centenas de quilômetros sem agitar suas asas. Isto explicaria a grande distribuição mundial de seus restos fósseis.
Foram achados os primeiros fósseis de Ornithocheirus na Formação de Wealden em Sussex, Inglaterra em 1827. Eles não foram descritos formalmente como Ornithocheirus até as 1869. Apesar do fato que foram descobertos restos só parciais, 36 espécie foram identificadas do soerguimento de mais de 1000 ossos. Muitos desses achados fósseis foram encontrados no Brasil.

© Haper Collins

Existem várias espécies reconhecidas de Anhanguera como a Anhanguera santanae e  Anhanguera santanae e Anhanguera blittersdorfi  são conhecidos de vários restos de fragmentários, incluindo crânios da Formação Santana, do Brasil. Anhanguera cuvieri e Anhanguera fittoni inicialmente descritos como pertencentes ao gênero Pterodactylus  e, em seguida Ornithocheirus, são de um período um pouco mais tarde da Inglaterra, enquanto fragmentos de pterossauros que podem ter afinidades com a Anhanguera também foram encontrados em Queensland, Austrália. A conhecida espécie Anhanguera piscator foi redescrita como pertencentes ao gênero Coloborhynchus.

© Animais Pré-históricos

Dados do Pterossauro:

Nome científico: Ornithocheirus
Tamanho: Até 5 metros de envergadura das asas.
Peso: Cerca 100 quilos
Onde viveu: Chapada do Araripe no Ceará e Inglaterra
Quando viveu: Período Cretáceo
Dieta: Comia Peixes

Fontes: Wikipedia In.
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Um comentário:

  1. SÍTIO CALDEIRÃO, O ARAGUAIA DO CEARÁ – UMA HISTÓRIA QUE NINGUÉM CONHECE PORQUE JAMAIS FOI CONTADA...




    "As Vítimas do Massacre do Sítio Caldeirão
    têm direito inalienável à Verdade, Memória,
    História e Justiça!" Otoniel Ajala Dourado




    O MASSACRE APAGADO DOS LIVROS DE HISTÓRIA


    No município de CRATO, interior do CEARÁ, BRASIL, houve um crime idêntico ao do “Araguaia”, foi o MASSACRE praticado por forças do Exército e da Polícia Militar do Ceará no ano de 1937, contra a comunidade de camponeses católicos do Sítio da Santa Cruz do Deserto ou Sítio Caldeirão, que tinha como líder religioso o beato "JOSÉ LOURENÇO", paraibano de Pilões de Dentro, seguidor do padre Cícero Romão Batista.



    O CRIME DE LESA HUMANIDADE


    O crime iniciou-se com um bombardeio aéreo, e depois, no solo, os militares usando armas diversas, como fuzis, revólveres, pistolas, facas e facões, assassinaram mulheres, crianças, adolescentes, idosos, doentes e todo o ser vivo que estivesse ao alcance de suas armas, agindo como se fossem juízes e algozes.



    A AÇÃO CIVIL PÚBLICA AJUIZADA PELA SOS DIREITOS HUMANOS


    Como o crime praticado pelo Exército e pela Polícia Militar do Ceará foi de LESA HUMANIDADE / GENOCÍDIO / CRIME CONTRA A HUMANIDADE é considerado IMPRESCRITÍVEL pela legislação brasileira bem como pelos Acordos e Convenções internacionais, e por isso a SOS - DIREITOS HUMANOS, ONG com sede em Fortaleza - Ceará, ajuizou no ano de 2008 uma Ação Civil Pública na Justiça Federal contra a União Federal e o Estado do Ceará, requerendo que: a) seja informada a localização da COVA COLETIVA, b) sejam os restos mortais exumados e identificados através de DNA e enterrados com dignidade, c) os documentos do massacre sejam liberados para o público e o crime seja incluído nos livros de história, d) os descendentes das vítimas e sobreviventes sejam indenizados no valor de R$500 mil reais, e) outros pedidos



    A EXTINÇÃO SEM JULGAMENTO DE MÉRITO DA AÇÃO


    A Ação Civil Pública inicialmente foi distribuída para o MM. Juiz substituto da 1ª Vara Federal em Fortaleza/CE e depois, redistribuída para a 16ª Vara Federal na cidade de Juazeiro do Norte/CE, e lá chegando, foi extinta sem julgamento do mérito em 16.09.2009.



    AS RAZÕES DO RECURSO DA SOS DIREITOS HUMANOS PERANTE O TRF5


    A SOS DIREITOS HUMANOS apelou para o Tribunal Regional da 5ª Região em Recife, com os seguintes argumentos: a) não há prescrição porque o massacre do Sítio Caldeirão, é um crime de LESA HUMANIDADE, b) os restos das vítimas do Sítio Caldeirão não desapareceram da Chapada do Araripe a exemplo da família do Czar Romanov, que foi morta no ano de 1918 e encontrada nos anos de 1991 e 2007;



    A SOS DIREITOS HUMANOS DENUNCIA O BRASIL PERANTE A OEA


    A SOS DIREITOS HUMANOS, a exemplo dos familiares das vítimas da GUERRILHA DO ARAGUAIA, denunciou no ano de 2009, o governo brasileiro na Organização dos Estados Americanos – OEA, pelo desaparecimento forçado de 1000 pessoas do Sítio Caldeirão.

    QUEM PODE ENCONTRAR A COVA COLETIVA
    A “URCA” e a “UFC” com seu RADAR DE PENETRAÇÃO NO SOLO (GPR) pode encontrar a cova coletiva, e por que não a procura? Serão os fósseis de peixes encontrados na Chapada do Araripe mais importantes que os restos mortais das vítimas do SÍTIO CALDEIRÃO?



    COMISSÃO DA VERDADE ATRAVÉS DO PROJETO CORRENTE DO BEM


    A SOS DIREITOS HUMANOS solicita apoio técnico para encontrar a COVA COLETIVA, também que o internauta divulgue esta notícia em seu blog, e o envie para seu representante na Câmara municipal, Assembléia Legislativa, Câmara e Senado Federal, solicitando um pronunciamento exigindo do Governo Federal que informe a localização da COVA COLETIVA das vítimas do Sítio Caldeirão.



    Paz e Solidariedade,



    Dr. OTONIEL AJALA DOURADO
    OAB/CE 9288 – 55 85 8613.1197 – 8719.8794
    Presidente da SOS - DIREITOS HUMANOS
    Membro da CDAA da OAB/CE
    www.sosdireitoshumanos.org.br

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